que se veste o meu corpo
è do tempo que me deste
a vida insuficiente è da morte
não existe a tua mão tão perene
de um olhar que dispare o teu brilho
me fulmine que vem amor sempre
devagarinho e tarde perde - se numa
frase declara -me o soneto dizer
que foi de noite sò na manhã seguinte
a palavra no cimo das águas
sabes quem sou ?
o amor não è uma areia presa na engrenagem
da alma è a praia onde descansa ...

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