segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Quando

falo no amor que eu um dia ousei 

sentir por ti esse amor devastado

por uma funesta ordinário poeira

sinto os másculos de bronze

incandescente como se de algum

modo ele em mim se escarnisse

era em teu seio que eu dormia

e nas tuas mãos pregadas amplas

eu li a majestade de um amor sacrificado

e nas tuas mãos eu vi o ardente vermelho


da liberdade inspirada pela unidade viva !
 

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