horta e jardim sejam neste verso de
consonâncias velhas e bordões navegante
de um espaço que rodeio noutra hora diria
que infinito è por fome de frutos e de rosas
que a frouxidão da pele ao osso chega assim
árido e leve me transformo matéria combustível
na caldeira que as estrelas ateiam onde passo
talvez enfim o aço apure e faça do espelho
em que me vejo e redifina

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