pequenina e ténue como o
véu solta na dança que è um juízo
apenas a criança pouca mas nos vestidos
que a menina ... que è o regato de água
mansa e fina a folhinha do til se balança
o peito que a corrente cansa a fronte ao
sofrer logo se inclina ... mas filha là nos montes
onde andei tanto me enchi de angústia e de receio
ouvindo do infinito os fundos ecos que não quero
imperar nem já ser rei senão sendo meus
reinos em teu seio sùbito criança em teus
bonecos !

Sem comentários:
Enviar um comentário