è o meu espaço de loucura
de alma escravizada
sem reverso depende do perfume
dos teus seios dois cachos de brancas
glicìnias ou de uvas azuladas pejadas
de seiva e glória que sorvo anelante
de bagos de mamilos pérolas nacaradas
da vitória
aveludas pétalas do teu ventre
gracioso de ninfa e cheira a fruta
no esteiro secreto da confluência
onde navega um barco de lágrimas
melodia doce fresco magneto
de magia vegetal e luar

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