è carne è tambèm água terra fogo
... è sobretudo sombra à despedida
onda de pedra em cada reencontro
no parque da memória o fugidio
vulto da Primavera em pleno Outono
... nem sò de carne è feito este presídio
pois no teu corpo existe o mundo todo !
sabem - me os pés sabem - me a roupa viram - me nu viram - me inteiro no corpo imóvel mas sò me sabem mas sò me vêem mas sò me enterram inex...
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