assim como a natureza
e quando è pensante
e as mãos colhem flores
a humanidade segue ampliada
de vontade contra o tempo
quebram - se os espelhos repletos
de imagens repletas uma mulher
pariu sò de lembrança duas vezes
sol a todos nòs que a revolta se levante
que abram as janelas e que nos jardins
completamente raro de sol raro de céu
possamos rir de braços afastados e de mãos abertas
como se de mar as searas se tivessem tornado todas
verdes
apenas vagaram - me os joelhos das dores dos teus joelhos
a fome das mãos ao sol sobre os seios a ausência das pedras
das ervas e da glória da árvore cultivaram - me as ancas

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