mas os homens olham depois
cantam eu não sei do sol
eu sei da melodia do anjo
e do sermão quente do último
vento sei gritar atè de madrugada
quando a morte se põe nua na minha sombra
choro debaixo do meu nome abano lenços
na noite e barcos sedentos de realidade
bailam comigo escondo cravos para
escarnecer dos meus sonhos infernais
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