de vertigem ainda que não te queira estrela
cadente e disparas cintilações cinzeladas
na pedreira filigranada da lava ternura com
que te sorvo sem nunca deixar petrificar no
espaço intemporal da rotina bafienta e sórdida
que aniquila qualquer corrente cósmica
nenhuma água se extingue ou dissipa mas antes
obedece a um ciclo interminável por ser a vida
que sempre se renova num ventre de mulher
onde navega o barco invesìvel sem nenhum
naufrágio de vontade
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