serás sempre o meu azul amor
nos vultos que diviso pelas ruas
cruzam os meus passos com os teus
a minha boca sò tem fome da tua
e os meus olhos sò tem sede dos teus
toco com um dedo nas espáduas e sùbito
um relâmpago nas águas atravessa invencível
noite e mar os sentidos acendem meigos os seios
onde a graça se reclina por mais alvas o vèu ofende
e os amores de amor por ele ardem e órgão pelas mãos
vão lhe mantendo os braços sempre senti o amor
amando - te ávido sentindo a vida do que ès no teu olhar
batendo fortemente o coração no amor dimensional
do ser por ti meu amor nesta imensa solidão
sem ti

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